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Sardenberg apresentará plano de telecomunicações para o Norte no dia 11

O presidente da Anatel, embaixador Ronaldo Sardenbeng, estará em Manaus (AM) no próximo 11 de outubro, atendendo a uma solicitação do deputado Marco Antônio Chico Preto (PP/AM). A informação é da assessoria do deputado. Sardenberg se reunirá com o deputado e outros representantes locais para detalhar o plano de ação - sobretudo de telefonia fixa - que será executado em toda a região da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão). A região Norte sofre com os piores índices de cobertura de celular, TV por assinatura e as menores taxas de competição em serviços fixos. Governos locais e associações de defesa do consumidor têm ameaçado as teles nos últimos meses com multas, intervenções e interrupção de serviços. O tema mereceu a reportagem de capa da edição de setembro da revista TELETIME, que aborda o assunto em detalhes. Fonte: Teletime

Para MVNO deslanchar é preciso baixar VU-M, defende TelComp

 O alto valor da VU-M talvez explique porque as operadora móveis ainda não tenham se interessado mais fortemente pelo modelo de MVNO. Para a TelComp, as operadoras móveis hoje não têm estímulo para buscar novas fontes de receita, uma vez que cerca de 30% da receita das teles móveis vêm das companhias fixas, através da tarifa de interconexão. Isso explica, segundo o diretor executivo da TelComp, João Moura, porque só a TIM até agora tenha fechado parceria com uma futura operadora virtual. Diferentemente das outras teles móveis, a TIM não tem a operação fixa, o que a torna ainda mais depende da receita com interconexão. Quando a VU-M cair, o impacto será maior para a TIM, já que ela não tem o braço fixo que seria beneficiado pela redução. “O grande desafio é trazer para a mesa as operadoras dominantes que estão com as redes ocupadas nas grandes cidades e têm o benefício da tarifa de interconexão, que causa uma distorção no mercado”, diz ele. Segundo ele, na Europ

Fibra, LTE, cloud computing e TV paga são o roadmap de tecnologias e serviços da Portugal Telecom

Massificação das redes de fibra, preparação do backhaul e do backbone para as redes LTE, TVs conectadas, VoIP sobre redes móveis, distribuição de conteúdos, cloud computing e ampliação da capacidade de upload. Essas são algumas das tecnologias e serviços que a Portugal Telecom, acionista controladora da Oi, enxerga como prioritárias em uma operação de telecomunicações e que estão sendo implementadas em Portugal. E que devem, de alguma maneira, chegar também à Oi. Essa receita foi apresentada por Zeinal Bava, presidente do grupo Portugal Telecom, durante palestra na Futurecom 2011, nesta terça, 13, em São Paulo. Para ele, a Copa do Mundo de 2014 será a copa do vídeo em dispositivos conectados. “Hoje mais e mais dispositivos conectam-se à Internet e são ecrãs para consumo de vídeo”, disse. Na Copa do Mundo, esse fenômeno será ainda mais intenso, diz ele. “Espero que esse seja um momento de virada do plano de banda larga em termos de ambição”, disse, destacando que muitos países já estabe

Teles poderão ser obrigadas a homologar contratos de terceirização a Anatel

 As operadoras de telecomunicações podem ser obrigadas a homologar, na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), seus contratos de terceirização. Isso é o que prevê proposta em análise na Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 1269/11, do deputado Aureo (PRTB-RJ),  prevê que os contratos receberão tratamento confidencial da agência. O texto será incluído na Lei Geral das Telecomunicações (9.472/97). Com a proposta, Aureo espera garantir a supervisão da agência reguladora a esses contratos, que muitas vezes envolvem serviços relacionados a manutenção de infraestruturas de telefonia, manipulação de dados cadastrais de consumidores e emissão de faturas. Segundo o deputado, o descontrole do poder público sobre essa relação tem reflexo sobre a qualidade dos serviços, prejudicados em razão das condições de trabalho a que são submetidos os funcionários terceirizados."Para cumprir os termos dos contratos, as terceirizadas são obrigadas a manter práticas que impactam

Anatel aprova norma para implantar liberdade tarifária nas chamadas internacionais

 O conselho diretor da Anatel aprovou nesta quinta, 8, norma para implantação e acompanhamento de regime de liberdade tarifária no serviço de telefonia fixa na modalidade Longa Distância Internacional prestado em regime público.      A norma estabelece que a liberdade tarifária das chamadas internacionais poderá ser implementada a partir de 1º de janeiro de 2016. No entanto, haverá uma fase de transição até 31 de dezembro de 2015, em que a concessionária deverá encaminhar à Anatel as propostas de estruturas tarifárias a fim de comprovar que estas se encontram em conformidade com a norma. A medida tem como finalidade preservar, no mínimo, as condições atuais de preço. Na prática, a Embratel é a única afetada pela medida já que é a única concessionária do serviço de longa distância internacional. As demais empresas são autorizadas, que não estão sujeitas a controle de preços.   Em nota, a Anatel afirma que o mercado de telefonia fixa de longa distância inter

Governo espera que mudança nas regras do Artigo 86 traga redução tarifária

A sanção do PLC 116, que deve acontecer na próxima segunda, provavelmente sem vetos por parte da presidenta Dilma Rousseff, disparará um outro processo importante envolvendo empresas, Anatel e Ministério das Comunicações. Trata-se do debate sobre os ganhos que as empresas terão com as mudanças no Artigo 86 da Lei Geral de Telecomunicações, que até hoje impedia que a concessionária de STFC prestasse outros serviços diretamente. Ao consolidarem diferentes atividades sob um mesmo CNPJ, as operadoras terão ganhos tributários importantes, e a discussão é o que fazer com esses ganhos. Uma das interpretações dentro do Ministério das Comunicações é que isso terá que ser repassado para as tarifas. Para algumas fontes, quando a nova redação que o PLC 116 deu ao Artigo 86 da LGT diz que as condições para que a concessionária preste outros serviços deverá ser objeto de regulamentação por parte da Anatel. E mais, diz que essa regulamentação deverá trazer "garanti