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Telebrás estabelece conceito técnico do backhaul

A Telebrás divulgou nesta quinta-feira, 30, três termos de referência que balizarão a compra dos equipamentos para a construção da rede pública de telecomunicações do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Uma grande inovação presente nos termos é o estabelecimento de uma definição técnica para o backhaul. Desde que o termo surgiu na regulamentação do setor de telecomunicações brasileiro, com o decreto presidencial de 2008 que incluiu a expansão dessa rede como meta de universalização, as autoridades do setor jamais fixaram um parâmetro mínino sobre quais equipamentos compõem o famoso backhaul. A Telebrás, então, fez sua interpretação do que pretende comprar para construir essa infraestrutura. Pela definição da estatal, o backhaul "realiza a distribuição da capacidade de trânsito de dados aos municípios vizinhos ao backbone" e "poderá ser de dois tipos: rádio enlace, usando rádios ponto-a-ponto de alta velocidade, ou óptica em anéis metropolitanos para atendimento

Integração com Intelig irá melhorar o TIM Fixo, garante operadora

No último dia 23, Teletime destacou em seu noticiário o baixo índice de desempenho de atendimento (IDA) do "TIM Fixo" - serviço de telefonia fixa da TIM - entre os meses de março e agosto de 2010 (período disponibilizado pela Anatel em seu portal). O IDA médio nesses seis meses foi de 41,62 (a nota máxima é 100), praticamente a metade da segunda pior nota, da Oi, com 79,07. No entanto, em entrevista à esta reportagem, o gerente executivo de planejamento e monitoramento da satisfação do cliente, Renato Cuenca, garantiu que com a integração entre as redes da TIM e Intelig, adquirida no início do ano, a tendência é de melhoria considerável da qualidade dos serviços do TIM Fixo. "A ideia é atingir um padrão mais aceitável de qualidade do TIM Fixo em 2011. A Intelig ajudará a recuperar essa performance", diz. De fato, a Intelig parece ter muito a contribuir com a TIM, uma vez que possui bons números a seu favor. Além de possuir um dos maiores e mais modernos backbon

Telefónica inicia pagamento pela Vivo

Nesta segunda-feira, 27, a Telefónica anunciou que adquiriu 50% das ações da Brasilcel, que detinha com 60% o controle da operadora Vivo. Foi efetuado o primeiro pagamento de 4,5 bilhões de euros conforme acordado. O saldo remanescente para completar 7,5 bilhões de euros será pago da seguinte forma: 1 bilhão de euros em 30 de dezembro de 2010 e 2 bilhões de euros em 31 de outubro de 2011, sendo que a Portugal Telecom poderá solicitar que este último pagamento seja antecipado para 29 de julho de 2011, e neste caso, o preço desta última parcela será reduzido em aproximadamente 25 milhões de euros. O fato relevante informa também que a Telefónica passa a deter o controle da Vivo e, portanto, os contratos firmados em 2002, que deram origem à Brasicel, não tem mais validade. OPA A Telefónica confirma que lançará uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) pelas ações com direito a voto da Vivo Participações pelo preço equivalente a 80% do valor pago

Anatel antecipa leilão de 2,5 GHz para fevereiro de 2011

A Anatel acelerou a tramitação do processo de venda das faixas de 2,5 GHz, que foi recentemente destinada também para o SMP. De acordo com o cronograma apresentado nesta terça-feira, 28, pela conselheira Emília Ribeiro, o leilão dessas faixas poderá ocorrer em fevereiro do ano que vem, antecipando em pelo menos um ano as previsões anteriores.Neste momento a proposta da Anatel está sendo analisada pela procuradoria especializada da agência, que deverá entreguá-la ao conselho diretor em outubro. Depois disso, em novembro, de acordo com a conselheira, o edital segue para consulta pública, período em que recebe contribuições da sociedade por 45 dias. Segundo Emília Ribeiro, a antecipação ocorreu devido às necessidades de espectro que o setor terá com a realização da Copa do Mundo de futebol, no Brasil em 2014. Pelos cálculos da conselheira, com a realização do leilão em fevereiro de 2011 é possível que as redes LTE sejam implantadas no Brasil em 2013. Embora as regras do

Nokia Siemens terceiriza processos de negócio para a Capgemini

A Nokia Siemens Networks terceirizou globalmente parte da sua cadeia logística à Capgemini Outsourcing Services SAS. O negócio – cujos valores não foram revelados – envolve a transferência de 400 funcionários da companhia para a Capgemini no mundo todo e o Brasil, ao lado de China, Finlândia, Alemanha e Índia é onde o processo terá início. Além disso, cerca de 300 fornecedores da Nokia Siemens continuarão seu trabalho sob a gestão da Capgemini. Trata-se de um contrato de longo prazo de BPO (Business Process Outsourcing), através do qual a Nokia Simens passa à Capgemini a responsabilidade pelo gerenciamento de operações, incluindo a gestão de pedidos dos clientes, distribuição e gestão de faturas. Daniel Medina, diretor de comunicação corporativa para a América Latina da Nokia Siemens, explica que está sendo terceirizado processos transacionais da cadeia logística. Segundo ele, a terceirização dessas ações transacionais dará à Nokia Siemens mais velocidade no pr

Plano de implantar DDD 10 neste ano naufraga

Quando a Anatel anunciou em junho a intenção de implantar um novo DDD na região metropolitana sobreposto ao atual código 11, muita gente duvidou de que a medida pudesse ser efetivada ainda em 2010, como a agência reguladora propôs. Uma nova posição da área técnica sobre o assunto está mostrando agora que os céticos tinham razão. A complexidade da análise soterrou a possibilidade de a Anatel manter a data anunciada em consulta pública para o início da implementação do novo DDD 10, que era 31 de outubro de 2010. A nova análise técnica produzida sobre o assunto, que inclui a análise das contribuições apresentadas pela sociedade na consulta pública, sugere ao Conselho Diretor que o novo DDD só comece a ser usado seis meses depois da publicação da versão final do documento. O assunto ainda não tem data para ser deliberado pelos conselheiros. Mas, se a agência aprovar a medida neste mês aceitando a nova sugestão da área técnica, o novo código de área só começará a ser i

Empresas pedem mais prazo para discutir novo PGMU

A única audiência pública realizada pela Anatel para discutir a última versão proposta para o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU III), que entrará em vigor em 1º de janeiro de 2011 e deve ser cumprido até 2015, foi marcada por pedido de prorrogação do prazo fixado pela agência reguladora para a consulta pública sobre o tema. O texto ficará aberto para o recebimento de contribuições na página da agência reguladora na Internet até a próxima quarta-feira, 22. Os representantes das empresas que participaram da audiência pública realizada nesta segunda, 20, foram unânimes ao afirmar que o prazo para a análise das metas é muito curto. Segundo Ricardo Itonaga, gerente-geral de Planejamento e Contratação de Obrigações da Superintendência de Universalização (SUN), as empresas têm pedido um prorrogação de aproximadamente 60 dias da consulta pública. A demanda por mais prazo já era prevista pelo próprio Conselho Diretor. Ao decidir colocar o PGMU III novamente