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Alvarez sai do Minicom e assumirá a Telebrás; mudança expõe divergências internas

Dia 1 de junho deve ser formalizada, na reunião do conselho da Telebrás, a saída de Rogério Santanna da presidência da estatal. Quem assume é Cezar Alvarez, atual secretário executivo do Ministério das Comunicações. A mudança se dá em um ambiente político ruim: Cezar Alvarez e o ministro das Comunicações Paulo Bernardo estão com a relação desgastada por uma série de razões. A principal delas é falta de confiança e afinidade política. Cezar Alvarez nunca foi a primeira escolha de Paulo Bernardo para a Secretaria Executiva. Foi colocado por indicação do ex-presidente Lula e tentou ganhar espaço como formulador de políticas, batendo de frente com o projeto de Paulo Bernardo, segundo interlocutores familiarizados com a situação. Agora, Bernardo terá a chance de voltar a ter controle total sobre o ministério e colocar Genildo Lins (atual secretário de radiodifusão) como secretário executivo, como era o plano inicial quando foi convidado para ser ministro. Outro cotado é R

Tablets ainda não têm classificação específica em sistema, admite Anatel

A Anatel admitiu, em comunicado a este noticiário, que o controle interno do processo de certificação de tablets ainda não dispõe de classificação específica para este tipo de aparelho. Essa identificação permitiria identificar, de forma instantânea e precisa, a relação de modelos e marcas sob análise do regulador, para homologação e comercialização em todo território nacional. Esta semana, ao ser questionada sobre o total de tablets certificados no Brasil, a Anatel omitiu vários modelos já aprovados. “Devido ao fato deste tipo de produto não ter classificação específica em nosso Sistema de Gestão de Certificação e Homologação, teríamos que consultar centenas de processos para obter uma lista completa e encontrar, também, os últimos pedidos de homologação deste tipo de produto”, procurou justificar-se a agência. “Tablet é uma classificação mercadológica e não regulatória”, explica a agência, acentuando, ainda, que recebe diariamente “de 20 a 30 pedidos de certific

Portabilidade pode causar perdas de até 30% para empresas de call center

A portabilidade trouxe um problema para as companhias de call center ou para aquelas empresas que realizam muitas chamadas. Sistemas antigos não conseguem identificar se o número foi portado ou não e com isso acabam encaminhando a chamada através de uma linha que pode não ser aquela de menor custo. "Dependendo do perfil da empresa, essa perda vai de 18% a 30%", afirma Daniel Bichara, da Orange Tecnologia. O executivo explica que as companhias costumam ter acordos de melhores preços com várias operadoras. Acontece que se um cliente portar o número, os sistemas encaminharão a ligação pela linha da operadora antiga daquele número. “São cerca de 8 milhões de números portados que efetivamente estão em uso. A TIM é a maior doadora e a Vivo a maior receptora”, afirma Bichara. Para solucionar esse problema, a Orange Tecnologia lançou um conjunto de soluções, que poderão ser adquiridos a partir de um programa de parceria tecnológica. O programa de parceria tecnológica i

Anatel conclui análise interna e edital de 2,5 GHz chega à procuradoria

Já foi concluída a consulta interna da proposta de edital para a faixa de 2,5 GHz e o texto sugerido pela área técnica já está com a procuradoria jurídica da agência. Depois dessa análise, a proposta segue ao conselho diretor para publicação da consulta pública. Em abril (ver links relacionados abaixo), este noticiário adiantou os principais pontos defendidos pela área técnica em relação ao edital. Entre eles, estavam a obrigação de atendimento na faixa de 2,5 GHz de todos os municípios com mais de 30 mil habitantes em até 60 meses e o atendimento de 100% dos municípios com 3G. Além disso, a área técnica estabelecia contrapartidas para compra de equipamentos nacionais, um teto de 60 MHz na aquisição do espectro entre outras. Muitos dos condicionantes são similares aos que foram colocados no edital para a faixa de 3,5 GHz. Conselheiros da agência já manifestaram a intenção de antecipar o leilão da faixa de 2,5 GHz para o começo de 2012. Esse item é um dos 10 pon

Teles lutam para voltar à cadeia de valor do mercado de aplicativos móveis

A consolidação do modelo de negócios das lojas de aplicativos com o lançamento da App Store da Apple marcou o fim do reinado das operadoras móveis sobre o controle dos conteúdos nos aparelhos de seus clientes. Mais do que perder a dominância desse mercado, as teles foram praticamente excluídas da cadeia de valor nos smartphones e agora traçam suas estratégias para voltar ao jogo. A TIM, por exemplo, aparentemente encontrou uma maneira de contornar o modelo da Apple e voltar à cadeia de valor do mercado de aplicativos móveis. O gerente de marketing de VAS da operadora, Flávio Ferreira, explica que a ideia é abrir uma camada de exposição de APIs de redes e serviços da TIM, especialmente para possibilitar o IP billing. “Isso permitiria, por exemplo, que um desenvolvedor que tenha aplicativos para iOS ou Android ou em outra loja de aplicativos possa colocar, por exemplo, um serviço dentro do aplicativo que possa ser cobrado por SMS, utilizando nossa infraestrutura de

Classe C precisa de SVA mais barato, dizem especialistas

Debate realizado no 10º Tela Viva Móvel, evento da converge Comunicações realizado esta semana, mostrou que a classe C já consome os serviços básicos de SVA, mas deseja evoluir para os serviços avançados. Algumas barreiras, entretanto, ainda impedem que o consumidor de baixo poder aquisitivo saia dos formatos mais tradicionais de SVA, como os canais de notícia por SMS, embora o SMS ainda seja considerado uma ferramenta com formas de utilização ainda não exploradas. O primeiro obstáculo que ainda impede a classe C de evoluir no consumo de SVA é o acesso ao plano de dados. Essa barreira, entretanto, começa a ser vencida pelas operadoras. A TIM, por exemplo, comemora o sucesso do seu plano Infinity Web. Por R$ 0,50 por dia o cliente pré-pago tem acesso ilimitado à web sendo que ele só é tarifado nos dias que ele usa o serviço. Para os clientes pós, a oferta é semelhante: acesso ilimitado a R$ 29,90 por mês e o cliente só paga no mês em que ele utilizar. Desde que o s

Brasil se integrará este ano à plataforma global de desenvolvedores da Telefónica

A Vivo será integrada à plataforma global de desenvolvedores da Telefónica, a BlueVia, até o final deste ano. A informação é de Alexandre Fernandes, diretor de produtos e serviços da Vivo, que participou nesta quarta, 18, do 10º Tela Viva Móvel. A BlueVia é uma plataforma através da qual a Telefónica fornece as APIs de alguns elementos da sua rede, o que permite que os desenvolvedores criem aplicativos com algum nível de interatividade seja através de SMS ou MMS. A Vivo tem uma iniciativa semelhante, o Vivo Desenvolvedores, que será “evoluída” para o BlueVia, nas palavras do executivo. Fernandes explica que existem diferente fontes de receita vinculadas a um aplicativo, mas, para isso, é necessário que os apps não sejam “stand alone”. Na BlueVia 70% da receita com a venda de aplicativos fica com o desenvolvedor e de 10% a 20% da receita com uso da rede (SMS ou MMS) também é compartilhada, uma iniciativa inédita no mundo. Metade da receita com advertising também