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Falta capacidade de telecom para atender às necessidades das smartgrids

As empresas de energia já estão se movimentando no sentido de implementarem no Brasil redes de energia inteligentes, ou smartgrids. A essência do conceito é dotar as redes de energia elétrica de capacidade de comunicação bidirecional em qualquer ponto da infraestrutura. Com isso, é possível não apenas monitorar as redes e gerenciar remotamente os serviços, mas também oferecer serviços de valor adicionado, inclusive serviços de telecomunicações. O tema foi discutido nesta quarta, 26, no 1o Forum Smartgrids Telecom, organizado pelas revistas TELETIME e TI Inside. Para Pedro Jatobá, presidente da Aptel (entidade que representa empresas de energia com infraestrutura de telecomunicações), a implantação do conceito é o equivalente, para empresas de energia, à terceira geração das redes de telefonia celular. "O grande desafio para chegarmos a um ambiente de smartgrids é que as redes de energia hoje chegam a 98% dos domicílios brasileiros, mas não existe rede de telecomunica

Desenvolvedora de aplicativos móveis pretende investir meio milhão e crescer 40% em 2010

smartphonesA Uplay Mobile, desenvolvedora e distribuidora de aplicativos e conteúdos móveis, anunciou investimentos de meio milhão de reais em 2010 em pesquisa e desenvolvimento. A empresa pretende aplicar metade desse montante em softwares para Android e pegar carona no crescimento do sistema operacional do Google, aumentando em 40% seu faturamento, que em 2009 foi de R$ 12 milhões. A Uplay registrou 3 milhões de downloads no ano passado e neste ano espera dobrar esse número. "Essa é uma previsão realista, já que os aplicativos no Android são baixados gratuitamente, o que estimula muito os downloads", diz Gilberto Minczuk, gerente de mídias digitais da Uplay. Segundo ele, com o crescimento do mobile advertising, a maior parte dos clientes da Uplay é composta por agências de publicidade.

Telebrás começa a operar em 60 dias, afirma Santanna

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, disse nesta terça-feira, 25, que em 60 dias a estatal deverá voltar a operar. O primeiro passo para colocar o Plano Nacional de Banda Larga em marcha será a realização de edital para a compra de equipamentos para a contrução de anéis ópticos no nordeste e no sudeste. As regiões foram escolhidas pelos seguintes motivos: Nordeste é onde existe a maior carêcia de infraestrutura e no Sudeste é onde se encontram os principais data centers do governo, alvo prioritário da Telebrás. Santanna estima que até o final do ano esses equipamentos já estejam comprados. O decreto do PNBL foi classificado como "amplo" ou "genérico" pelo seus críticos. Isso se deve à possibilidade de a Telebrás prestar o serviço ao cliente final, onde o serviço prestado pelas teles não for "adequado". Santanna esclarece que os critérios para classificar quando uma localidade não está sendo atendida de forma adequada serão definidos pelo grupo permanente de

Nokia e Yahoo! anunciam aliança em SVA

Nokia e Yahoo! decidiram unir forças no campo de serviços de valor adicionado (SVA) em telefonia celular. As empresas anunciaram nesta segunda-feira, 24, uma aliança internacional que consiste em uma série de ações conjuntas principalmente nos segmentos de mapas, navegação, email e instant messaging (IM). Pelo acordo, a Nokia passará a ser a provedora global de serviços de mapas e navegação para os usuários da Yahoo!. Tais serviços virão sempre acompanhados da assinatura "Powered by Ovi". A Yahoo!, por sua vez, será a provedora de serviços de email e de IM para os usuários da Nokia, através das marcas Ovi Mail e Ovi Chat, acompanhadas da assinatura "Powered by Yahoo!". As duas empresas trabalham também na integração entre suas bases de usuários, o que tornará possível, por exemplo, que um username de serviços Ovi seja usado para acessar certos serviços da Yahoo!. Os primeiros serviços com as duas marcas serão disponibilizados no segundo semestre. A imp

"Impossível ter resultado diferente fazendo sempre as mesmas coisas", provoca TIM

A apresentação de Flávio Ferreira, gerente de marketing de VAS da TIM, sacudiu o segundo dia do 9º Tela Viva Móvel. Ferreira não hesitou em apontar cada uma das falhas dos modelos adotados até hoje pelo mercado de serviços de valor adicionado e não poupou provocações e críticas para todos os elos da cadeia. Talvez a principal questão levanta por Ferreira tenha sido o preço. Em um cenário onde o Arpu médio no Brasil é de R$ 24 e onde a média mensal de recargas é de R$ 15, o executivo acredita que os preços praticados hoje nos serviços móveis são elevados. De modo geral, segundo ele, os jogos custam cerca de R$ 9 e as músicas cerca de R$ 4. Além disso, na visão do executivo, as ofertas atuais não têm grande relevância para o cliente, os modelos de tarifação são complexos e as operadoras estão fora do mercado do long tail, onde predominam Google e Apple. "Será que não é melhor ter 1 milhão de clientes pagando R$ 2 do que 10 mil pagando R$ 9", pergunta. Hoje, segundo

Justiça condena Telefônica a devolver em dobro assinatura básica cobrada nos últimos 10 anos

A juíza Maria Lúcia Pizzotti Mendes, da 32ª Vara Cível de São Paulo, condenou a Telefônica a ressarcir todos os seus clientes pelos valores cobrados nos últimos 10 anos como "assinatura básica". A sentença, de mérito, deu ganho de causa à Associação Nacional de Defesa da Cidadania e do Consumidor (Anadec), que contesta judicialmente a legalidade da cobrança da assinatura básica desde 2004. Pela decisão, assinada em 19 de abril, a Telefônica terá que devolver em dobro todas as assinaturas pagas por seus clientes na última década, corrigidas a partir da data de cada pagamento mensal e acrescidas de juros de 1% a contar do momento da citação da sentença. Ao condenar a concessionária, a juíza Maria Lúcia concluiu que a assinatura básica é abusiva, pois configura uma cobrança dupla pelo serviço prestado. O entendimento é que, ao cobrar por cada ligação individualmente na forma de pulso ou minuto, não há justificativa para que o consumidor também seja obrigado a pagar m

Operadoras discordam sobre motivo da baixa utilização de SVA no celular

A falta de conhecimento sobre conteúdo no celular e o medo de levar um susto com a conta no final do mês são os fatores que impedem o crescimento dos Serviços de Valor Adicionado (SVA) no Brasil, na opinião de Gustavo Alvim, gerente de conteúdo e aplicações da Oi. Segundo o executivo, apenas 10% das vendas de aparelhos da Oi são de smartphones e 80% dos smartphones do mercado não tem pacotes de dados, cenário que contribui para a baixa penetração dos SVAs. Para fazer com que o usuário experimente os SVAs, a Oi disponibiliza dois meses gratuitos nos pacotes de dados para smartphones. "A principal questão é a falta de previsibilidade de quanto o cliente vai gastar", afirma Alvim. A mesma opinião é compartilhada por Fabrício Bloise presidente da Movile: "O usuário pré-pago fica muito frustrado quando vê que o peço do tráfego de dados é maior que o preço do conteúdo", afirma. Alexandre Fernandes, diretor de produtos e serviços da Vivo, entretanto lembrou que