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Telebrás terá capitalização de R$ 3,22 bilhões e será reorganizada

Imagem001O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) lançado nesta quarta-feira, 5, prevê um intrincado conjunto de ações para que o Estado volte ao mercado de telecomunicações como fomentador da concorrência. Apesar das polêmicas, a estatal será revitalizada, como se previa. A empresa terá uma nova atribuição, focada apenas na oferta de banda larga e não mais na comercialização ampla de telecomunicações, quando a estatal era a única operadora do mercado. Essa mudança de natureza será feita no decreto que lançará formalmente o plano, a ser publicado na próxima semana. A estatal passará também por uma reorganização interna, que deve ser definida por meio de assembléias de acionistas, mas sempre respeitando as regras definidas pela Lei das S/A, segundo a ministra Erenice Guerra, da

Governo anuncia PNBL, com Telebrás, nesta quarta, dia 5

O governo bateu o martelo e anuncia nesta quarta, dia 5, em entrevista coletiva conjunta da Presidência da República, Casa Civil e Ministério do Planejamento o Plano Nacional de Banda Larga. Os termos principais do plano são aqueles que já vinham sendo manifestados por integrantes do governo: oferta prioritária ao atacado, com oferta ao usuário final apenas onde não houver interesse da iniciativa privada, e uma meta de R$ 35 no serviço ao público a ser oferecido pelas empresas que contratem a capacidade de rede estatal. E o preço no atacado será de R$ 230 por 1 Mbps. Também ficou definido que a Telebrás será a gestora da infraestrutura e responsável pela implementação e operação da rede. Devem ser anunciados ainda os termos da política de financiamento do governo, isenções tributárias específicas, possíveis ajustes regulatórios e as metas em si do plano. O único fato que não era esperado é que a Telebrás foi definida como a empresa responsável pela implementação da capacidade de b

Vendas mundiais de smartphones crescem 50% no 1º trimestre

smartphonesNo primeiro trimestre, foram vendidos 54 milhões de smartphones em todo mundo, o que representa um aumento de 50% em relação aos 36 milhões de unidades comercializadas no mesmo período de 2009, segundo dados da Strategy Analytics. O resultado significa o maior crescimento trimestral da indústria de smartphones nos últimos três anos. A consultoria atribui aos subsídios fornecidos pelas operadoras de telefonia móvel, a competição acirrada entre os fabricantes e os modelos de smartphones de menor custo, que usam sistemas operacionais abertos como Symbian e Android, como os fatores determinantes para a expansão do mercado. A Nokia fechou os primeiros três meses com participação de 40% sobre o total de smartphones vendidos, número superior aos 38,2% registrados no primeir

Para TIM, só competição levará à universalização

O trabalho da Anatel de, enfim, criar um Plano Geral de Metas de Competição (PGMC) já movimenta o setor de telecomunicações. Por sua condição peculiar no Brasil, a TIM prontificou-se a apresentar à agência reguladora colaborações para o plano, focadas especialmente na ampliação do acesso às redes de telecomunicações. Apesar de fazer parte de um grupo de peso no cenário global de telefonia (a Telecom Italia), a TIM no Brasil não está associada a nenhuma concessionária, deixando-a sem acesso garantido à infraestrutura de transporte de comunicação. Por isso, é flagrante o interesse da operadora para que se estabeleçam regras mais claras de oferta desse insumo. Na carta encaminhada à Anatel na semana passada, a TIM anexa uma análise baseada na experiência de sua holding no mercado italiano de telecomunicações. Lá, conta o diretor de Assuntos Regulatórios da TIM Brasil, Mario Girasole, a operadora faz parte de um bem sucedido programa de universalização do acesso à tel