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Algar Telecom lança serviço de localização por SMS

A Algar Telecom, empresa que detém a marca CTBC, acaba de lançar o "Onde Está", serviço que possibilita a localização de celulares da operadora por meio de SMS. Para usar o serviço, basta o cliente da Algar Telecom enviar um SMS para o número 120 com a palavra localizar e o número do celular que gostaria de encontrar. Números que tenham a mesma titularidade receberão um MMS com um mapa (para celulares que tenham essa tecnologia) ou o texto informando a localização do número solicitado. Para números que não pertencem ao mesmo cliente, o usuário a ser localizado receberá uma mensagem avisando que outro número deseja localizá-lo e ele terá as opções de responder: sim, não ou sempre. Só após a autorização, o solicitante receberá o retorno por meio de MMS ou texto. O serviço funciona em toda área de cobertura da operadora. A consulta avulsa custa R$ 0,79 e o pacote com 10 localizações sai por R$ 4,90. Promocionalmente, clientes assinantes do Plano Rede Família te

Senador quer que Minicom se posicione sobre inovações do PLC 116/2010

O jogo de forças no Congresso para acelerar ou atrasar a tramitação do PLC 116/2010 no Congresso está ficando cada vez mais complexo. Na quarta, dia 4, o senador Alvaro Dias (PSDB/PR) apresentou um requerimento pedindo para o Ministério das Comunicações se manifestar sobre o tema. O ministro das Comunicações Paulo Bernardo é quem está pressionando a liderança do governo no Senado a encaminhar pedido de urgência na votação do projeto, segundo relatos ouvidos pelos radiodifusores da equipe do líder Romero Jucá (PMDB/RR). O senador Álvaro Dias, em seu Requerimento 492/2011, busca extrair do Minicom uma série de posicionamentos sobre alguns dos aspectos contidos no PLC 116/2010. Entre as perguntas colocadas estão: 1) Quais são os estudos técnicos do Ministério das Comunicações sobre a manutenção da proibição da prestação de serviços de TV por Assinaturas - na tecnologia via cabo - pelas empresas concessionárias de telefonia fixa? 2) A ANATEL, agência vinculada a

À CVM, Minicom diz que quer rediscutir atuação de mercado da Telebrás

Em fato relevante enviado à CMV nesta terça, 3, a Telebrás publicou correspondência recebida do Ministério das Comunicações em que este diz ter “intenção de diminuir projetos isolados da estatal e canalizar esforços conjuntos com o setor privado para a expansão de redes no País e sua comercialização no atacado”. A correspondência veio em resposta à consulta da CVM sobre uma declaração do ministro Paulo Bernardo de que a Telebrás precisava de ajustes, veiculada na imprensa em 25 de abril. O secretário-executivo do Minicom, Cezar Alvarez, esclarece no ofício que entre os ajustes citados pelo ministro na ocasião está a necessidade de a Telebrás rever seu cronograma de implantação de redes, em virtude de contingenciamento orçamentário. Sobre o retorno dos funcionários cedidos à Anatel, o Minicom informa ter recebido pedido da agência para revisão da data limite e “está em fase de negociação de um plano de providências”. O ofício esclarece ainda que, diante da ne

Boticário é cliente da Guiando Telecom

A Guiando Telecom acaba de fechar contrato com mais um grande cliente, o Grupo Boticário, com sede em Curitiba. A Gestão da telefonia fixa e móvel, bem como a Gestão da Política de Uso dos recursos Telecom, serão suportadas pelo sistema Telecom Web Manager, em suas principais funcionalidades: Auditoria e Controle de faturas, Relatórios gerenciais e acesso a gestores e funcionários de suas contas detalhadas. Esta é mais uma parceria que possibilitará reduções de custos expressivas para o cliente.

Conselho da Anatel definirá lista de votações prioritárias

O conselho diretor da Anatel deve definir na reunião desta semana uma agenda prioritária de regulamentos importantes que será apresentada ao Ministério das Comunicações como parte do que ficou combinado na reunião desta semana com o ministro Paulo Bernardo. Esta agenda será cumprida no menor prazo possível. A tarefa da Anatel não será simples: há nada menos do que 59 propostas de regulamentos e normas com o conselho diretor, seja em fase de primeira análise para consulta pública ou em fase de aprovação do texto final. Entre os temas complicados estão desde os novos regulamentos do Serviço de TV a Cabo, SCM e STFC, o Plano Geral de Metas de Competição, o Plano Geral de Metas de Universalização até dezenas de outros temas mais específicos, mas igualmente explosivos, como a regulamentação do Serviço Especial de TV por Assinatura (TVA) (que interessa diretamente aos grupos de mídia), ou as regras de EILD, Fator X, Bens Reversíveis, reajuste de VC, licitação do 3,5 GHz (q

Ministro quer pressa da Anatel em regulamentos importantes

O ministro Paulo Bernardo esteve nesta segunda, 2, na Anatel para pedir celeridade na elaboração de regulamentos que o governo Dilma Rousseff considera indispensáveis ao bom andamento do setor. “Ponderei (para um platéia de conselheiros e altos funcionários) que temos de avançar no trabalho regulatório”, afirmou Bernardo, alertando que seu gesto não deve ser interpretado como uma ingerência nas atividades do regulador. “Respeitamos a autonomia, mas, do ponto de vista do governo, alguns regulamentos são vitais”, ponderou após a reunião, que durou pouco mais de uma hora. Entre os mecanismos regulatórios reclamados pelo ministro, ele relacionou o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), que permanece inédito desde a renovação dos contratos de concessão da telefonia fixa (em 2005), processo no qual sua criação foi prevista; novas regras para TV a cabo, licitação das faixas de 2,5 GHz; construção de novas redes no país; além do regramento para sustentar a implementaç

Para ProTeste, AICE é ilegal e prioridade da Anatel seria reduzir a assinatura básica

A ProTeste está propondo, na consulta pública para o novo AICE (Acesso Individual Classe Especial) que a agência abandone a ideia do serviço popular diferenciado (o que é inclusive ilegal, segundo a associação) e se empenhe em trabalhar o plano básico de telefonia para reduzir a R$ 14 a assinatura básica da telefonia fixa. Segundo a advogada Flávia Lefèvre, em sua contribuição à consulta, "se o alto valor da assinatura básica foi justificado pela necessidade de se garantir receita para as concessionárias cobrirem o custo de implantação da infraestrutura necessária para a prestação do STFC e se esta infraestrutura já está instalada desde dezembro de 2005, (...) a agência já deveria ter adotado medidas para promover a revisão do Plano Básico, a fim de que este seja o serviço acessível não só para os consumidores residenciais mais pobres, mas também para pequenas empresas que contratam a assinatura tronco e não residencial". A advogada argumenta que a Anatel não just