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Claro lança torpedo de voz

Popular no exterior, o serviço de "Voice SMS" agora chega ao Brasil. Com o nome de "torpedo de voz", a Claro anunciou esta semana seu lançamento. O serviço permite que um usuário grave e envie uma mensagem de voz para outra pessoa. Por enquanto, funciona apenas entre assinantes da Claro. A fornecedora da plataforma é a Bizvox. Para mandar um torpedo de voz, o usuário precisa apenas digitar a tecla asterisco duas vezes, seguido do número telefônico do destinatário. Depois, basta gravar sua mensagem, cuja duração é de até 30 segundos. O destinatário recebe um SMS com o número para o qual deve ligar para escutar o torpedo. Ao remetente, por sua vez, a operadora envia uma mensagem de texto avisando quando seu torpedo foi escutado pelo destinatário. O preço para envio do torpedo de voz é de R$ 0,31, mais impostos. Promocionalmente, até o dia 24 de abril, os assinantes da Claro poderão enviar quantos Voice SMS quiserem, ao preço de apenas um por dia. Para o remetente

PGMQ terá consulta de 10 dias, mas não deve ficar pronto antes do PGMU

Um outro documento importante no processo de revisão dos contratos das concessionárias de telefonia é o novo Plano Geral de Metas de Qualidade. Segundo o contrato de concessão das teles, o PGMQ deve ser observado pelas operadoras do serviço de telefonia fixa comutada, mas ao contrário das metas de universalização, o PGMQ não está anexado ao contrato de concessão. Segundo o conselheiro João Rezende, relator da matéria, a ideia é colocar o PGMQ em consulta pública por pelo menos 10 dias, para que "as concessionárias possam saber o que esperar" dessas obrigações. Ele explica, contudo, que isso não atrasará a publicação do PGMU já que as metas de qualidade não precisam sair por decreto nem ser analisadas pelo Conselho Consultivo. "Como não é parte do contrato, as empresas precisam apenas saber o que estará no PGMQ, mas não precisam estar com o documento pronto". O PGMQ chegou a ser colocado em votação no final de 2010, mas foi retirado para que fossem feitas harmoniza

Nokia Siemens fornece à Telecom Italia 7 mil Erbs preparadas para LTE

A Nokia Siemens será a fornecedora de 7 mil estações radiobase preparadas para LTE para a Telecom Italia. Com a implementação da nova rede os assinantes da Telecom Italia poderão utilizar serviços avançados de banda larga móvel, como vídeos em alta definição e games on line. A Nokia Siemens proverá a modenização da rede, que opera nas bandas de 900 MHz-1800 MHz e 2100 MHz, em regiões importantes da Italia como Veneto, Trentino Alto Adige, Friuli Venezia Giulia, Emilia Romagna, Marche e Umbria. De acordo com a Nokia Siemens esta infraestrutura permite uma transição suave para o LTE. "Essa modernização da rede permitirá uma qualidade excepcional de voz e velocidade de mais de 140 Mbps por celula com latência inferior a 10 milisegundos", afirma Massimo Mazzocchini, líder responsável pelo cliente Telecom Italia na Nokia Siemens. Fonte: Teletime

Oi teme aumento da inadimplência com oferta do Aice

A Anatel realizou nesta sexta-feira, 24, em Brasília a segunda e última audiência pública para debater a nova proposta de Acesso Individual Classe Especial (Aice), pacote de serviços que o governo pretende reformular para atender as populações de baixa renda. A reunião aberta ao público teve baixo quórum (menos de 10 pessoas estavam presentes) e apenas a Oi e a entidade de defesa do consumidor ProTeste se pronunciaram sobre a proposta. A Oi elogiou a iniciativa, mas mostrou preocupada com os efeitos práticos do novo pacote. Um dos pontos que a empresa alega necessitar de uma análise mais acurada da agência reguladora é que o novo pacote não contribua com a elevação dos índices de inadimplência no setor. "A inadimplência pode aumentar", disse o representante da companhia na audiência, Jorge Correa, gerente de Consultoria Regulatória. Segundo Correa, a preocupação não é apenas com o balanço da empresa, mas também com a viabilidade do plano para o próprio consumidor

Anatel admite piora no serviço das móveis em 2010

A Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) inaugurou nesta quarta-feira, 23, as audiências na área de telecomunicações, discutindo a qualidade dos serviços de telefonia móvel. A realização do debate foi motivada pelo alto índice de reclamações envolvendo a oferta móvel de telefonia e banda larga no último ano. E, segundo o gerente geral de Comunicações Pessoais Terrestres da Superintendência de Serviços Privados (SPV) da Anatel, Bruno Ramos, pelo menos do ponto de vista técnico os problemas estão mesmo aumentando. Ramos declarou que muitos compromissos não têm sido cumpridos pelas operadoras móveis, o que motivou a criação de um grupo de acompanhamento contínuo da atuação da operadoras no ano passado. "O descumprimento de obrigações de atendimento foi muito grande no ano passado e isso exigirá algum tipo de reparação para o usuário", afirmou o gerente. Os problemas na prestação de serviço pela TIM - que resultaram na intervenção do Ministério Público no Rio Grand

Consumidores nos EUA e Inglaterra querem smartphones mais simples, revela pesquisa

Os consumidores ingleses e norte-americanos prefeririam que os telefones móveis fossem mais simples e fáceis de usar. Uma recente pesquisa realizada pela Accenture perguntou para 2 mil pessoas dos dois países que conselhos dariam para os engenheiros que desenvolvem celulares. Cada entrevistado podia escolher até três respostas simultaneamente. Entre os conselhos mais votados destacam-se: manter a simplicidade (53%) e focar em um número limitado de funcionalidades (40%). Apenas 27% pediram mais funcionalidades e 23% sugeriram que os celulares deveriam ser mais intuitivos. Mais de um quarto das pessoas ouvidas se disseram frustradas com seus aplicativos móveis. 6% se consideram muito frustradas e 21%, relativamente frustradas. 33% responderam que se sentem pouco frustradas e 40% não têm frustração nenhuma. Problemas técnicos Os consumidores dos dois países reclamam da frequência com que seus celulares travam (tela congela, ou software não responde aos comandos

Open market pode ser caminho para sistema operacional da Qualcomm no Brasil

O Brew MP, sistema operacional criado pela Qualcomm para ser usado em smartphones de baixo custo, está tendo um bom desempenho no exterior, especialmente em países emergentes como a Índia, mas ainda não chegou ao Brasil. O presidente da Qualcomm para América Latina, Flávio Mansi, entretanto, acredita na oportunidade de o Brew MP ser usado no chamado "open market", segmento composto por celulares desbloqueados vendidos por fabricantes de menor porte e distribuidores diretamente para o varejo. São esses os players que estão adotando o Brew MP na Índia, por exemplo. Lá, até mesmo os distribuidores vendem aparelhos com marca própria e muitas vezes embarcam conteúdo exclusivo para se diferenciar dos concorrentes. Na América Latina, o Brasil tem se destacado pelo crescimento do mercado "open". As próprias operadoras estão gradativamente reduzindo seus esforços na venda de handsets para se concentrar em serviços, haja vista os casos emblemáticos da Oi e da TIM. Nesse cen