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Nokia estimula desenvolvimento de apps para modelos low end

Nos últimos dois meses, a Nokia registrou um crescimento de 35% na quantidade de downloads da Ovi Store realizados por telefones com o sistema operacional Série 40, usado apenas em modelos de gama baixa e que somam hoje mais de 500 milhões de aparelhos no mundo. Esses telefones representam um quarto do total de downloads da loja no momento. Para estimular ainda mais o uso de aplicativos nesse segmento do mercado, a empresa lançou nesta terça-feira, 28, um concurso mundial batizado de "Create for millions", voltado para consumidores e desenvolvedores. Os consumidores participam enviando ideias de aplicativos novos em três categorias: saúde e educação; redes sociais e localização; e informação e entretenimento. As melhores propostas se tornarão realidade e seus criadores terão todas as despesas pagas para visitar o evento Nokia World, realizado no fim do ano, além de ganhar um novo aparelho da Série 40 com seu app instalado. Os desenvolvedores, por sua vez, são e

Disputas societárias na antiga Tess (hoje Claro) voltam a assombrar Anatel

Um assunto antigo, mas explosivo, volta a assombrar a Anatel e pode trazer consequências sérias no setor de telefonia celular, sobretudo para a Claro. Trata-se de uma antiga disputa societária envolvendo a Primav, empresa do grupo do empresário paranaense Cecílio do Rego Almeida, e a Telia Sonera, operadora sueca. Ambas eram sócias da Tess, consórcio que ganhou o leilão para a operação da banda B no interior de São Paulo, em 1998. A operação da Tess veio a ser adquirida anos depois pela América Móvil, controladora da Claro. Mas a polêmica está ainda na saída da Primav do consórcio Tess, em 1998. A Anatel, na ocasião, aprovou a operação que transferiu à Telia e à Eriline as ações da Primav e permitiu a entrada do grupo Algar na Tess. A Primav, contudo, questionou na Justiça e na Anatel a operação, alegando que ela se deu de forma irregular. A Telia, na ocasião, acusou a Primav de má-fé, de ter aceitado uma negociação e depois ter ido à Justiça para conseguir mais dinh

Modems terão alíquota zero de PIS/Pasep e Cofins

O governo federal deu um passo importante para a massificação do acesso em banda larga. Através da Lei 12.431, publicada nesta segunda, 27, no Diário Oficial os modems foram incluídos na lista de produtos que gozam de isenção de PIS/Pasep e da Cofins, cujas alíquotas somadas são de 9,25%, incidentes sobre a receita bruta de venda ao varejo. Os tablets, os notebooks e os PCs já têm o mesmo benefício. Por meio da mesma lei, o governo passa a tratar os modems desenvolvidos no País como bens de informática e define um novo cronorgrama de isenção do IPI: 100% de isenção de IPI de 15 de dezembro de 2010 até 31 de dezembro de 2014; 90% de isenção de 1º de janeiro até 31 de dezembro de 2015; e redução de 70% de 1º de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2019, quando será extinto. Fonte: Teletime

Programadores internacionais avisam que vão à Justiça caso o PLC 116 seja aprovado

“Se essa lei passar na CCJ (Comissão de Constituição de Justiça), ela não passa no STF. Preparem-se, essa lei tem vocação para ser judicializada”, foi assim que Marcos Bitelli, advogado que representa a Associação Brasileira de Programadoras de TV por Assinatura (ABPTA) sintetizou o descontentamento da associação com o PLC 116/2010, que cria novas regras para a TV por assinatura, em audiência conjunta de cinco comissões nesta quinta, 16, no Senado. O grande problema é que, segundo Bitelli, “atividade de comunicação” não pode ser confundida com “serviço de comunicação”. Segundo ele, a atividade de comunicação, que compreende a produção e distribuição de conteúdo, não é passível de regulação pelo direto brasileiro. “Não há possibilidade de interferência regulatório na atividade de comunicação. O bode do conteúdo entrou na questão do serviço de comunicação e agora o bode está ficando maior que a sala”, diz ele, em referência às cotas de veiculação de conteúdo naciona

Anatel é criticada por senadores e empresários em audiência sobre PLC 116

A audiência conjunta entre cinco comissões do Senado Federal para discutir o projeto de lei PLC 116/2010, que cria novas regras para a TV por assinatura e cria cotas de veiculação do conteúdo nacional, foi marcada por críticas ferozes à atuação recente da Anatel. A agência, apontaram os participantes, ficou por dez anos sem realizar nenhuma licitação de novas outorgas de TV a cabo e, desde o ano passado, resolveu alterar a regulamentação para permitir essa abertura, sem esperar as mudanças do PLC 116. “Eu não posso aceitar que enquanto se faz uma lei no Congresso Nacional, se faça uma portaria que depois se tornará mais importante que a lei. Cabe ao Congresso legislar sobre todos os brasileiros. Fico indignado com as portarias que são baixadas acima das leis do Congresso Nacional”, disse o senador Eunício Oliveira (PMDB/CE), presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Indiretamente o senador Eduardo Braga (PMDB/CE), president

Fbiz quer se concentrar em campanhas que atinjam mais de 1 milhão de pessoas

A época de lançar uma campanha de mobile marketing só pelo seu caráter inovador está chegando ao fim, pelo menos para a Fbiz. A agência digital agora quer focar em projetos que alcancem os celulares de mais de 1 milhão de pessoas. Isso começa a se tornar possível por três razões: o crescimento da penetração de smartphones, o surgimento de planos de dados acessíveis para clientes pré-pagos e, consequentemente, o aumento da oferta de inventário de publicidade em sites móveis, lista Marcelo Castelo, sócio-diretor da Fbiz. O custo para se anunciar em sites móveis está cada vez mais próximo daquele da web. Há casos de portais móveis em que o custo por mil impressões (CPM) caiu de R$ 80 para R$ 10 ao longo dos últimos 24 meses. "Não adianta fazer um projeto e não ter onde veicular. Agora temos. Houve uma explosão do inventário móvel e o preço caiu muito", afirma Castelo. A média de cliques (CTR, na sigla em inglês) de banners móveis, porém, ainda é mais alto que na web,

MJV estuda criar incubadora de empresas de mobilidade

A MJV Tecnologia, empresa de consultoria e integradora móvel, está analisando a possibilidade de criar uma incubadora para start-ups na área de mobilidade. A ideia, ainda embrionária, é decorrência do trabalho da MJV em seu laboratório de inovação, onde a empresa elabora e testa uma série de protótipos de aplicações em mobilidade. "Estamos pensando em um modelo para atrair novos empreendedores e investidores anjos", comenta Maurício Vianna, diretor da MJV. A empresa está realizando pesquisas sobre mobilidade em diversos segmentos, desde mobile banking até mobile health. Em comum entre elas está a a metodologia adotada: a MJV utiliza o conceito de "design thinking" para chegar até as ideias de novos serviços. O "design thinking" consiste em pensar com a cabeça do consumidor. "Em vez de desenharmos um novo serviço dentro do escritório para depois verificar sua aceitação junto ao público, fazemos o caminho inverso", explica Vianna. Uma dessas pesquisas, batizada de "