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Gemalto compra empresa de comunicação M2M

A Gemalto, fabricante de SIMCards e soluções de segurança digital, anunciou nesta terça-feira, 29, a aquisição da Cinterion Wireless Modules, fornecedora de módulos de comunicação sem fio máquina a máquina (M2M), por 163 milhões de euros. Segundo a Gemalto, a quantia será totalmente paga em dinheiro. A Cinterion registrou receita de 145 milhões de euros e lucro operacional de 4 milhões de euros no ano passado. Atualmente, companhia tem 335 empregados. A previsão é que a compra será concluída nas próximas seis semanas e, segundo a Gemalto, ela deve adicionar cerca de 20 milhões de euros ao seu lucro de 2013, projetado em 300 milhões de euros. Fonte: Teletime

Huawei faz demonstração de LTE no Brasil

A Huawei trouxe para o Brasil um "show-room" móvel de tecnologias de telecomunicações e data-center. O principal destaque do "show-room" é a demonstração restrita da tecnologia LTE, para transmissão de dados móveis, que está sendo feita de forma confinada e sem todos os recursos da tecnologia, mas mesmo assim permitindo taxas de até 50 Mbps de download. A demonstração está sendo feita em um dos três contêineres que a empresa trouxe da China e que rodarão Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo nas próximas duas semanas. Os contêineres funcionam como laboratórios de demonstração. A primeira escala foi Brasília e na próxima semana os equipamentos estarão no Rio, terminando o tour pela capital paulista. Além da demonstração de LTE, a empresa está apresentando as tecnologias de core para redes fixas e móveis, plataformas de monitoramento e redes ópticas e aplicações de IPTV e videoconferência, inclusive integrando acesso GPON (fibra) e HSPA+ (móvel) em cada uma das ponta

Conteúdo móvel movimentou US$ 2,4 bilhões entre operadoras na América Latina em 2009

O mercado de conteúdo móvel gerou uma receita de cerca de US$ 2,4 bilhões para operadoras na América Latina em 2009, sendo US$ 920 milhões no Brasil. No mesmo período, a base de usuários que consumiram pelo menos um conteúdo móvel na região foi de 63 milhões, sendo 19,5 milhões no Brasil. Os dados fazem parte de um estudo inédito realizado pela Frost & Sullivan, com dados coletados junto a 17 operadoras dos seis principais países da América Latina, que juntos respondem por mais de 95% do PIB da área: Brasil, México, Argentina, Chile, Venezuela e Colômbia. Nesse estudo foram considerados quaisquer conteúdos móveis que geraram receita para as operadoras. Portanto, downloads realizados off-portal, sem revenue share com as operadoras, não estão computados. É o caso, por exemplo, dos downloads na App Store da Apple. Tampouco estão contabilizadas receitas com planos de dados, que muitas vezes aparecem como "serviços de valor adicionado" (SVAs) nos balanços das opera

Transit aposta em rede própria e serviços de valor agregado

O modelo tradicional de provedor de voz e dados já não é mais suficiente para a Transit. Ultrapassada também é a ideia de depender de rede de terceiros para oferecer seus serviços. Assim, a operadora que atua com STFC em 284 cidades brasileiras passou por uma mudança em seu posicionamento estratégico e agora aposta na construção de rede própria em fibra com tecnologia GPON e em novos produtos e serviços de valor adicionado para crescer. O diretor de marketing e produtos da Transit, Jorge Noboru Nakamura, explica que o objetivo é ter uma oferta completa de serviços de telecomunicações, TI gestão e consultoria, baseada em plataformas multiplay e multisserviços. "Mas para prover esses novos serviços, que exigirão muita capacidade de rede, disponibilidade e qualidade de serviço, não podemos ficar na mão de terceiros e por isso decidimos construir uma rede própria", explica. Vale observar que a Transit chegou a anunciar no ano passado a rescisão do contrato de banda

Controladora da Oi vale hoje menos do que valia sem a BrT

Após a notícia da semana passada de que não conseguirá consolidar as ações da Brasil Telecom e com a informação publicada neste final de semana pelo jornal O Estado de S. Paulo de que os acionistas privados teriam procurado o governo em busca de ajuda para evitar que o controle da operadora seja "vendido" para estrangeiros (leia-se Portugal Telecom), analistas de mercado tentam dimensionar o que de fato acontece com a Oi. Uma coisa é fato: a performance das ações da Telemar na Bolsa mostra que o mercado ainda enxerga incertezas em relação à empresa. O valor de mercado da controladora da Oi (Tele Norte Leste Participações - TNLP) caiu 33% desde antes de 25 de abril de 2008 – data em que a aquisição da BrT foi anunciada – até hoje. No mesmo período, o Ibovespa teve uma queda de aproximadamente 4%. A TNLP valia R$ 18,2 bilhões e hoje vale R$ 12,1 bilhões. As ações do setor de telecomunicações, assim como as do setor de energia, costumam reagir bem aos períodos de

Anatel coloca novo regulamento de fiscalização em consulta pública

O conselho diretor da Anatel aprovou nesta quinta-feira, 17, proposta do novo Regulamento de Fiscalização que será colocado, por 60 dias, em consulta pública. O texto estará disponível na página da agência na internet a partir da próxima terça-feira, 22. O Regulamento de Fiscalização tem por objetivo estabelecer os limites, procedimentos e critérios para o exercício das atividades de fiscalização da execução, comercialização e prestação dos serviços, da implantação e funcionamento das redes de telecomunicações, bem como da utilização dos recursos de órbita, de numeração e do espectro de radiofrequências, entre outros. A atualização do Regulamento de Fiscalização está relacionada à proposta de alteração do Regulamento de Sanções Administrativas que se encontra em apreciação no conselho diretor. A proposta que será enviada à consulta pública traz importantes inovações, entre as quais destacam-se a notificação para regularização, a monitoração dos sistemas das

Vivo pretende cobrir 85% da população com 3G

A Vivo anunciou nesta quinta-feira, 10, um ambicioso plano de expansão da cobertura da sua rede 3G, batizado de Vivo Internet Brasil. A operadora quer sair dos atuais 600 municípios cobertos com a tecnologia para 2.832 municípios até o final de 2011, o que significa que 85% da população brasileira teria, potencialmente, acesso aos serviços 3G da operadora. De acordo com o presidente da Vivo, Roberto Lima, o cumprimento desta meta significa a ativação de quatro municípios por dia até o fim de 2011. "Trata-se de um enorme desafio", diz ele. O plano inicial de banda larga móvel é de 250 Mb de franquia por R$ 59, sendo que a primeira mensalidade sai por R$ 29,90. A velocidade máxima é de 1Mbps e caso o cliente ultrapasse os 250 Mb do plano ele poderá comprar capacidade adicional ou optar pela redução da velocidade para 256 kbps. Neste plano de entrada o modem sai por R$ 149, com fidelidade de 12 meses. Roberto Lima voltou a reivindicar uma redução da carga tributár