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Fundo minoritário da BrT quer convencer demais acionistas a recusar troca de ações

Agora é público. O fundo Polo Fia, um dos maiores acionistas minoritários da BrT, questionou oficialmente diversos pontos da relação de troca de ações proposta pela Oi. E vai além. Por meio de um pedido público de procuração, publicado na última segunda, 7, em anúncio no jornal Valor Econômico, o fundo pretende convencer os demais minoritários a recusarem a relação de troca proposta pela Oi. A resposta da operadora, publicada no mesmo jornal nesta nesta quarta, 9, mostra a insatisfação da empresa em relação aos questionamentos, que classifica de "alegações incorretas e tendenciosas". Pela resposta da operadora percebe-se que o fundo questiona a ausência de laudos que basearam a nova relação de troca. A Oi afirma que a necessidade de laudos de avaliação que faz referência os artigos 226 e 264 da lei 6.004/76 diz respeito à incorporação e não substituição de ações, como é o caso. Por este motivo, a operadora estaria isenta de contratar um laudo de avaliação para o e

Segundo especialista, no limite CVM poderia até desfazer OPA que fechou capital da GVT

O Jornal Valor Econômico desta terça, dia 8, informa que a CVM já teria concluído pela ilegalidade na operação de compra das ações da GVT pela Vivendi. A autarquia, contudo, nega a informação. Mas o que acontecerá se de fato a autarquia chegar a esta conclusão? Se confirmadas as irregularidades na operação de compra da GVT pela Vivendi, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pode até mandar desfazer a oferta pública de ações (OPA) realizada no começo do ano pelo grupo francês para aquisição dos papéis da operadora que ainda circulavam no mercado. O entendimento é do advogado Mauro Jacob, do escritório Gaia, Silva, Gaed e Associados, especializado em direito societário. Nesse caso, a autarquia forçaria a Vivendi a pôr à venda no mercado as ações adquiridas durante a OPA. Jacob, contudo, não se lembra de nenhuma decisão semelhante tomada até hoje pela CVM. A argumentação se baseia na instrução nº 8 da CVM, que estabelece regras a respeito de manipulações de preç

Provedores criam empresa para comprar banda em grande quantidade

Provedores de internet criaram uma empresa para comprar banda em grande escala e assim conseguir reduzir custos na negociação com fornecedores. A Unotel, que nasceu em 2006 como uma associação de provedores, hoje é uma Sociedade Anônima de capital fechado que tem cerca de 180 provedores sócios e vende capacidade de rede para mais de 300 companhias.A empresa tem hoje cerca de 25 funcionários diretos e transferiu sua sede de Lagoa Santa (MG) para São Paulo. E os planos são ambiciosos. Em dois ou três anos, a ideia é abrir o capital.  A dificuldade em conseguir capacidade de rede, o insumo principal de um provedor de internet, a preços razoáveis, é talvez a principal barreira de crescimento dos pequenos provedores. A Unotel procura trabalhar com fornecedores de porte médio e, como compra capacidade na casa dos Gbps, é um cliente importante para essas companhias, o que lhe dá não só condições melhores de negociação mas também um tratamento diferenc

Portugal Telecom convoca assembleia para dia 30 de junho

A Portugal Telecom convocou assembleia de acionistas para decidir se aceita ou não a oferta de 6,5 bilhões de euros da Telefónica pela participação na Vivo. O único ponto da ordem de trabalhos da assembleia é "deliberar sobre a proposta da Telefónica, SA, recebida no dia 1 de junho de 2010, relativa à aquisição da participação detida por sociedades do grupo Portugal Telecom na Brasilcel, nos termos e ao preço da atual oferta ou a um preço mais elevado que venha eventualmente a ser oferecido", diz o comunicado da PT, divulgado nesta sexta-feira, 4. O Diário Economico de Portugal traz uma reportagem informando que os sócios portugueses da PT (o chamado núcleo duro) ainda vão tentar fazer com que a Telefónica eleve o valor da oferta. A PT, como já foi informado no comunicado que divulgou a nova oferta dos espanhóis, considera que a o preço ainda não reflete os ganhos que a Vivo trará para a Telefónica. As fontes do jornal português comparam a aquisição da Vivo com

"Queremos a 3G, mas não estamos desesperados", adverte Nextel

A Nextel tem deixado bem claro sua intenção de adquirir frequências de 3G no leilão da banda H, que a Anatel deve realizar, como muitos esperam, ainda este ano. A aquisição de espectro e construção de redes 3G é parte da estratégia regional da empresa para América Latina. E estão enganados os que pensam que isso significa a descontinuação dos investimentos da Nextel em sua rede de trunking com a tecnologia iDEN. Pelo menos foi esse o recado que os executivos da NII Holdings, controladora da Nextel, se esforçaram para passar na última semana durante o evento de lançamento do primeiro modelo Android com push-to-talk (PTT), em Chicago/IL, nos Estados Unidos. Greg Santoro, Chief Strategy & Marketing Officer da NII Holdings fez questão de ressaltar que continuarão a investir no iDEN, com lançamento de novos smartphones na plataforma Android e em cobertura, e que as redes 3G serão importantes para que a Nextel complemente sua oferta de serviços com banda larga móvel.