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Erro de encaminhamento atrapalha análise conjunta do PL da TV paga

Um erro no encaminhamento do requerimento proposto pelo senador Gim Argello (PTB/DF) solicitando a análise conjunta pelas comissões do PLC 116/2010, que estabelece novas regras para o mercado de TV por assinatura, criou uma grande confusão nas negociações para a tramitação conjunta do projeto em todas as comissões. A proposta foi apresentada no local errado e, por isso, não foi aceita pela Mesa Diretora do Senado Federal. A falha desencadeou discussões entre os defensores da tramitação veloz do projeto e, apesar de contar com o apoio dos senadores, a estratégia pode até ser revista. O problema aconteceu no momento da entrega do requerimento. O pedido de análise conjunta foi apresentado à Secretaria-Geral da Mesa Diretora, local onde devem ser entregues os requerimentos para inclusão na pauta do Plenário do Senado Federal. Acontece que o requerimento de Argello deve ser apresentado diretamente à Presidência do Senado Federal, já que o pedido não passará por vota

Meta da Huawei é vender 200 mil celulares no Brasil em 2010

5f279592b9ae4159b23db0928cf08ab6A Huawei espera fortalecer sua posição no mercado brasileiro de handsets em 2010: sua meta é vender 200 mil aparelhos no Brasil este ano. O volume, porém, ainda é pequeno para justificar a produção local. Por enquanto os aparelhos estão sendo importados da China. Depois de lançar dois terminais 3G com a Claro no ano passado, agora a Huawei trabalha com um extenso portfólio que vem sendo apresentado a diversas operadoras e grandes varejistas. Seu foco principal está em terminais com sistema operacional Android a preços baixos. Dois modelos chamam a atenção: o Ivy e o Selina, ambos com Android 2.1, câmera de 3,2 mega pixels, e preços sugeridos para o varejo entre R$ 699 e R$ 799. Outro segmento em que a Huawei aposta é o de messaging ph

IBM aponta quatro cenários possíveis para telecomunicações em 2015

[caption id="attachment_578" align="alignleft" width="120" caption="Cenário para 2015"]Cenário para 2015[/caption]
Nos últimos dez anos, o setor de telecomunicações cresceu drasticamente, puxado especialmente pela telefonia celular e, mais recentemente, pela banda larga. Entretanto, essa expansão atualmente dá sinais de desaceleração, inclusive em países emergentes, e a competição por parte de players da internet, com serviços oferecidos sobre as redes de telecom, começa a incomodar as operadoras tradicionais. Estas são as conclusões de um estudo da IBM que analisou diversas variáveis para desenhar o que entende serem quatro cenários possíveis para as telecomunicações em 2015. Outra conclusão é que as operadoras precisam se tr

Anatel inicia revisão do regulamento de qualidade para operadoras de celular

A Anatel iniciou nesta quinta-feira, 8, o processo de revisão do Plano Geral de Metas de Qualidade da telefonia móvel (PGMQ-SMP) e do Regulamento do Serviço Móvel Pessoal para atualizar os indicadores de qualidade que devem ser cumpridos pelas operadoras no Brasil. O primeiro passo foi dado com a aprovação das propostas de nova redação para os dois documentos pelo Conselho Diretor da agência reguladora. Essas duas propostas serão apresentadas à sociedade por meio de consulta pública antes da definição do texto final. A consulta terá duração de 45 dias, mas a agência ainda não fixou a data de início do recebimento de contribuições. A ideia central do projeto da Anatel é modernizar a análise da qualidade dos serviços móveis brasileiros, atualizando os documentos para às inovações tecnológicas e tornando os indicadores mais próximos da avaliação real dos serviços feita pelos consumidores. Uma das mudanças deverá ser a implementação de índices de qualidade para a band

Liminar garante rescisão de contrato dentro do prazo de fidelidade

O Idec conseguiu uma liminar que garante ao consumidor cancelar o serviço de banda larga sem o pagamento de qualquer multa, mesmo que esteja vigente o período de 12 meses de fidelização. A liminar foi obtida pelo órgão na ação civil pública contra as teles e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que, além de obrigar as empresas Net, Oi e Telefônica a informar ostensivamente na publicidade de banda larga que a velocidade ofertada não corresponde à efetivamente prestada, garante ao consumidor o direito de rescindir o contrato sem ônus diante da lentidão do serviço de Internet. Assim, caso o serviço prestado pela operadora apresente má qualidade de conexão, com velocidade lenta, e o cliente esteja insatisfeito com esse fato, poderá solicitar o cancelamento de tal serviço sem a necessidade de pagar qualquer tipo de multa por quebra de contrato. "O objetivo da medida é evitar que o consumidor seja lesado pela obrigação de continuar com um serviço que n

Mercado de telecom cresce puxado por celulares e TV paga, diz Telebrasil

A Telebrasil divulgou nesta segunda-feira, 5, seu tradicional balanço do setor e os números mostram que o segmento mantém altos níveis de crescimento no primeiro trimestre de 2010. O documento "Desempenho do Setor de Telecomunicações no Brasil" dos primeiros três meses deste ano mostra que o Brasil fechou o mês de março com 240,2 milhões de assinantes de serviços de telecomunicações como um todo. O número representa um crescimento de 13,1% em relação ao mesmo período de 2009, o que demonstra que o setor mantém a forte trajetória de crescimento apresentada nos balanços anteriores. Em números absolutos, o segmento de mercado que mais contribuiu com esse crescimento foi a telefonia móvel, como sempre. A telefonia móvel concluiu o primeiro trimestre de 2010 com 179,1 milhões de consumidores, com um acréscimo de 5,2 milhões na comparação ano a ano (16,6% de crescimento). Mas o destaque com relação ao crescimento relativo foi a TV por assinatura. Este mercado teve um au

Operadoras móveis não conhecem perfil de uso das suas redes, afirma Nokia Siemens

A apresentação da Nokia-Siemens durante o 1º Seminário Wireless Broadband realizado na última quinta-feira, 1, em São Paulo, trouxe alguns alertas importantes para as operadoras móveis. Joaquín Molina, head of sales da companhia, sugeriou que em um mundo de alto consumo de dados, o melhor modelo de comercialização do serviço talvez seja não o de flat fee, mas o de tarifas diferenciadas em horários de menor tráfego e diferenciação na qualidade do serviço em função do plano. Mas ele ponderou que as operadoras, em geral, não conhecem o perfil de uso das suas redes e, por isso, têm dificuldade para desenhar ofertas que não afugentem os usuários médios ou penalizem demais os heavy users. "Os departamentos de marketing estão trabalhando com base no instinto e não em dados reais", afirmou o executivo. Segundo o executivo, dois terços das operadoras na Europa adotavam o método de cobrança em que é cobrado um adicional depois que os usuários atingiam o limite contratado em