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Para analistas portugueses, Portugal Telecom está motivada para concorrer com a Telefônica no Brasil

Analistas do mercado português de telecomunicações relataram a este noticiário que o clima na Portugal Telecom após a celebração do acordo com a Oi é um novo começo. Ainda digerindo a dura disputa com a Telefônica que resultou na venda da Vivo, a Portugal Telecom teria, segundo esses analistas, uma motivação adicional para ser agressiva em relação aos espanhóis. No Brasil, Oi e Telefônica disputam apenas o mercado de telefonia móvel e um pouco o mercado corporativo, mas nunca entraram em disputa direta pelo setor de telefonia fixa ou banda larga residencial. Sobre o acordo de não competição entre Portugal Telecom e Telefónica em seus respectivos mercados de origem, e que agora está sendo investigado pelas autoridades européias, estes analistas relatam que esse dispositivo foi colocado antes do acerto de venda da Vivo. Para um dos analista ouvidos por este noticiário, dificilmente qualquer tipo de acordo desse tipo seria aplicado para o Brasil, já que aqui está a m

Proteste defende Anatel na questão do novo sistema de monitoramento de clientes

Após o ministro Paulo Bernardo, agora foi a vez da associação Proteste, nesta sexta-feira, 21, se pronunciar em defesa da Anatel na questão do novo sistema de monitoramento de ligações telefônicas feita pela agência. A Proteste divulgou uma nota à imprensa defendendo abertamente “uma regulamentação rigorosa do acesso a esses dados pela Anatel, porém com meios tecnológicos que garantam o sigilo e a privacidade dos consumidores”. No comunicado, a associação de defesa do consumidor argumenta que “a ausência de um controle externo sobre os registros de chamadas fragiliza a fiscalização dos serviços prestados pelas empresas e deixa o consumidor vulnerável quando tem alguma reclamação e quer contestar um registro indevido em sua conta”. Por fim, a nota da Proteste diz que “quando as operadoras disponibilizam os dados das ligações à Anatel, que é o órgão do Poder Executivo Federal com a atribuição de regular e fiscalizar o setor de telecomunicações (de acordo com a Le

Regulamento do Aice fará parte da revisão dos contratos

Em meio à discussão sobre um novo Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU III), que deverá ser estabelecido até o começo de maio como parte dos novos contratos que as operadoras concessionárias de telefonia cumprirão até 2015, a Anatel também deve preparar a atualização do Regulamento do Acesso Individual Classe Especial (Aice). Seria uma forma de evitar o esvaziamento das metas das concessionárias. O Aice consiste hoje em um plano de telefonia fixa mais barato do que o plano básico, porém com várias limitações com relação à realização das chamadas. O Aice, como está, não teve grande impacto no mercado, com baixa aceitação e desinteresse das empresas em promovê-lo, daí a iniciativa de modernizá-lo, associando essa oferta diretamente às pessoas de baixa renda. Queixas A iniciativa de mexer nas regras do Aice foi apresentada inicialmente no PGMU III, mas a ausência de critérios sobre como seria promovida essa oferta obrigatória pelas empresas levantou ma

Mercado global de aplicativos móveis deve quadruplicar até 2015

A explosão da demanda por aplicativos móveis para smartphones e tablet PCs deve resultar numa expansão das vendas dessa categoria de software de 267% até 2015, segundo projeção da consultoria Markets & Markets. Estudo do consultoria aponta que o mercado de aplicativos móveis movimentará receita de US$ 25 bilhões em 2015, contra US$ 6,8 bilhões de no ano passado, o que representa uma taxa de crescimento anual composto (CAGR, na sigla em inglês) de 29,6% entre 2010 e 2015. A região da América do Norte foi que representou a maior fatia da receita, respondendo por 41,6% das vendas de aplicativos móveis em 2009, enquanto que a Ásia foi responsável por 33,6%. A consultoria enfatiza, porém, que o maior crescimento do mercado de aplicativos móveis deve ocorrer na Europa. De acordo com a Markets & Markets, a região deve movimentar receita de 8,4 bilhões em 2015, cifra sete vezes superior ao US$ 1,2 bilhão registrado em 2009. Fonte:

Brasil fecha 2010 com mais de 200 milhões de acessos móveis

A Anatel divulgou nesta quarta-feira, 19, os números do Serviço Móvel Pessoal (SMP) referentes ao ano de 2010. Foram registrados 28,98 milhões de novas habilitações e o país encerrou 2010 com 202,9 milhões de celulares, crescimento de 16,6% em relação a 2009. A teledensidade alcançou a média de 104,68 acessos por 100 habitantes, crescimento de 15,6% em relação ao ano anterior. O desempenho da telefonia móvel no país só é menor que o de 2008, quando foram registradas 29,6 milhões de novas habilitações. Dezembro de 2010 apresentou a melhor performance da história de um único mês: 5,4 milhões de acessos (2,74% a mais que em novembro). Pré-pago Da base de pouco mais de 200 milhões de acessos, a imensa maioria, ou 167 milhões, é pré-paga (82,34%), enquanto 17,6%, ou 35,8 milhões, é pós-paga. Ao final de 2010, dezesseis Estados já possuíam mais de um celular por habitante: Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás

TWM e Auditoria contratados pelo MEDGRUPO

A Guiando Telecom fechou mais um contrato com uma grande empresa.   O MEDGRUPO, com sede no Rio de Janeiro, é uma empresa multinacional, especializada em ensino médico, considerada hoje a maior deste setor. Com unidades em todo o Brasil, o foco do grupo é a qualidade didática nesta área tão fundamental.   O software de gestão Telecom Web Manager foi adquirido pela instituição com o objetivo de organizar e gerir da melhor forma suas informações relacionadas a telefonia móvel. Já o serviço de Auditoria, que audita e contesta valores indevidos cobrados nas faturas, buscará ressarcimento sobre o que já foi pago pela empresa fora do contratado.   Esta parceria trará resultados positivos para as duas empresas.

Embora improvável, em 30 anos Brasil poderá ter papel protagonista em telecom

Embora o número de patentes brasileiras em telecomunicações e os artigos científicos publicados sejam bem inferiores ao de vários países, nem tudo está pertido no que se refere ao desenvolvimento de tecnologias nacionais em telecomunicações, na visão do Intituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): "com investimentos corretos e bem canalizados às tecnologias de fronteira, aliados ao estreitamento de parcerias estratégicas com países avançados no tema, o Brasil poderá, em cerca de três décadas, desenvolver as competências necessárias para se tornar um respeitável player global em telecomunicações". O "otimismo" do Ipea se explica pelo fato de que o crescimento da produção científica brasileira na área foi 384% maior na comparação entre os triênios de 2001/2003 e 2007/2009. O crescimento só não foi superior ao da China (490%). O caminho para se chegar lá é longo. Embora o País tenha registrado crescimento elevado, a produção de artigos científicos por pesquisadore