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Secretaria de comunicação do Minicom quer diminuir burocracia para poder formular políticas

O novo secretário de comunicação eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins de Albuquerque Neto, estabeleceu uma prioridade central para sua gestão. "Precisamos modernizar e agilizar todos os nossos processos internos. É isso que fará com que não sejamos apenas um cartório, como é hoje, e possamos nos dedicar também à formulação de políticas", disse o novo secretário a este noticiário. Albuquerque tem duas metas traçadas: uma de curto prazo, que é eliminar redundâncias e etapas desnecessárias nos procedimentos que hoje são seguidos pela secretaria na análise dos milhares de pedidos e processos. Nesse caso, existe uma data interna de trabalho até 31 de março para que sejam apresentados os primeiros estudos do que pode ser melhorado, e como. "A implementação desses novos procedimentos deve acontecer até maio, e se tudo correr bem, no segundo semestre podemos ter de forma mais clara as demandas e retomar as atividades de outorgas", diz o secretário. Até lá,

TIM defende adoção de preços máximos para EILD

O debate promovido nesta terça-feira, 1º, pela Anatel para rever o Regulamento de Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD) ressaltou ainda mais o histórico conflito entre as empresas que hoje detém a infraestrutura de telecomunicações no País e as operadoras que tentam alugar um espaço nessas redes. Como já era de se esperar, o embate ficou entre a TIM e a Oi, a primeira defendendo uma regulação mais forte do mercado e a segunda, uma intervenção minimalista da agência na oferta de EILD. Há anos, as duas empresas posicionam-se de forma diametralmente oposta nos conflitos sobre a exploração de linhas dedicadas. O motivo é simples: enquanto a Oi é a maior concessionária do País e, portanto, controla boa parte da rede de telecomunicações nos estados, a TIM é a única operadora móvel não associada a uma concessionária local, ficando em desvantagem nas negociações no mercado de atacado. Apesar de as empresas, em geral, elogiarem a iniciativa da agência de modern

Android assume liderança em smartphones no último trimestre

O sistema operacional Android, do Google, superou o Symbian, da Nokia, até então o líder absoluto do mercado smartphones como plataforma mais popular, no quarto trimestre do ano passado, de acordo com dados da empresa de pesquisa Canalys divulgados nesta segunda-feira, 31. O estudo aponta que entre outubro e dezembro de 2010 foram vendidos um total de 101,2 milhões de smartphones, número 88,4% superior ao comercializado no ano anterior. O Android equipou 32,9% de todos os aparelhos vendidos no último trimestre, enquanto o Symbian ficou 30,6% dos smartphones entregues, perdendo a liderança global pela primeira vez. Com market share de 16%, a Apple, com o sistema iOS, do iPhone, ficou na terceira colocação no ranking no período, enquanto que a Research In Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, encerrou o período com 14,4%, bem inferior aos 20% registrados no último trimestre de 2009. A Microsoft, com o Windows Phone (ex-Windows Mobile) ficou na quinta posição

Mundo chega a 5,3 bilhões de usuários de celular e 2 bilhões de internet

A UIT divulgou nesta segunda-feira, 31, que existem 5,3 bilhões de usuários móveis no mundo, dos quais 3,8 bilhões estão nos países em desenvolvimento e 940 milhões assinam serviços de terceira geração. O crescimento é maior nos países em desenvolvimento, que respondiam por 53% do total em 2005 e hoje já significam 73%, principalmente impulsionados pela região da Ásia-Pacifico. Nos países desenvolvidos, por outro lado, o crescimento foi de apenas 1,6 % de 2009 para 2010. Nesses países, o mercado já está alcançando um nível de saturação com penetração de 116 assinantes para cada 100 habitantes, de acordo com a UIT. Banda larga Já o número de pessoas conectadas à internet dobrou nos últimos 5 anos, ultrapassando 2 bilhões de pessoas. China é o maior mercado de internet do mundo com 420 milhões de usuários. A UIT chama a atenção que países como Estônia, Finlândia e Espanha declararam que o acesso à internet é um direito de todo cidadão. Fonte: <