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Para GSMA, decisão da Anatel sobre 2,5 GHz atrairá novos investimentos

A GSM Association (GSMA), entidade que congrega indústrias produtoras de equipamentos móveis de telefonia em mais de 200 países, emitiu nota nesta terça-feira, 17, elogiando a decisão da Anatel de realocar a faixa de 2,5 GHz/2,6 GHz privilegiando o uso dessa fatia do espectro pelas operadoras de telefonia móvel. Para a organização, a mudança permitirá que o Brasil atraia novos investimentos e beneficie-se de ganhos de escala proporcionados pela venda de equipamentos utilizados em outros países do mundo. "Estamos muito satisfeitos pelo fato de a Anatel ter tomado a decisão de realocar a banda de espectro 2,6 GHz para apoiar a provisão dos serviços de banda larga móvel de próxima geração por todo o Brasil", afirma Tom Phillips, executivo-chefe de Assuntos Governamentais e Regulatórios da GSMA na nota. A referência à banda de 2,6 GHz - e não à de 2,5 GHz, como é mais comum no Brasil - se dá pelo fato de, na Europa, as empresas terem iniciado o uso das tecnologias de

Anatel publica novo regulamento do 2,5 GHz

A Anatel publicou na edição desta segunda-feira, 16, do Diário Oficial da União o novo a Resolução 544/2010, com o Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofrequências nas Faixas de 2.170 MHz a 2.182 MHz e de 2.500 MHz a 2.690 MHz, mais conhecido como Regulamento do 2,5 GHz. A divulgação do documento põe fim ao longo processo de reforma da destinação da faixa, hoje utilizada por empresas de TV por assinatura via MMDS. O novo regulamento destina os 190 MHz ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) a partir de 30 de junho de 2013, mas assegura uma sobrevida ao MMDS em um bloco de 50 MHz no centro da faixa. As empresas de MMDS também terão a opção de diversificar seus serviços comprando licenças de SMP e de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). Com foco nessa diversificação, a agência deu precedência de uso de um bloco adicional de 10 MHz + 10 MHz às operadoras de TV por assinatura. Ou seja, quem quiser empacotar os três serviços - TV paga (MMDS), telefonia móvel (SMP) e b

Anatel edita portaria interna para disciplinar impedimentos

A polêmica criada em torno da participação do conselheiro da Anatel Jarbas Valente em deliberações de processos que foram instruídos por ele quando ainda era superintendente da agência chegou ao fim. A Anatel editou na última segunda-feira, 9, uma portaria interna disciplinando as circunstâncias consideradas passíveis de "impedimento administrativo", ou seja, quando a autoridade ou servidor devem se afastar do processo por terem interesses diretos ou indiretos sobre o assunto. E Valente está plenamente livre para participar das votações dos processos que instruiu no passado. O dilema envolvendo o conselheiro teve início logo quando Valente foi nomeado para o Conselho Diretor. A pedido do próprio Jarbas Valente, a procuradoria fez uma análise sobre a eventualidade de o conselheiro ter que se declarar impedido na análise de processos instruídos quando ele chefiava áreas técnicas da Anatel. Antes de subir ao conselho, o engenheiro foi superintendente de Serviços de C

Nextel estendeu sua cobertura para 21 cidades no primeiro semestre

A Nextel divulgou nesta quinta, 12, um balanço de sua expansão de rede no primeiro semestre. A empresa estendeu a sua rede para 21 cidades, a maioria no Nordeste, no Sul e no interior de São Paulo. Ao todo, a empresa investiu nesse período US$ 207 milhões em expansão e aumento da capacidade da rede. Hoje, a Nextel opera em 369 municípios. As 21 cidades acrescentadas entre janeiro e junho foram: Madre de Deus/BA, Valença/BA, Porto Seguro/BA, Caucaia/CE, Caruaru/PE, Moreno/PE, Estiva Gerbi/SP, Águas de São Pedro/SP, Piedade/SP, Igarapava/SP, Ituverava/SP, Sales Oliveira/SP, São Pedro/SP, Jarinu/SP, Avaré/SP, Apucarana/PR, Araponga/PR, Porto Belo/SC, Bombinhas/SC, Imbé/RS e Linhares/ES. Fonte: Teletime

Cumprimento das metas do 3G é questionado em 10 estados

Florânia é uma cidadezinha do Rio Grande do Norte que não chega a ter 10 mil habitantes. No ano passado, a cidade ganhou uma novidade que mexeu com o cotidiano dos moradores: foi inaugurada a primeira operação de telefonia móvel no local, até então considerado uma "cidade muda" no jargão das telecomunicações. Como toda novidade, o serviço tornou-se um sucesso e mais de 20% da população adquiriu celulares, de acordo com um levantamento informal feito pela prefeitura da cidade. Mas desde o início deste ano, a empolgação inicial dos moradores virou uma dor de cabeça. "O serviço hoje é muito precário. De 50 tentativas, a gente consegue completar uma ligação. Já reclamamos na empresa, na Anatel e até agora, nada", conta Jonas Cruz de Medeiros, morador da cidade. O prefeito Sinval Salomão (PTB) aproveitou a Marcha dos Prefeitos a Brasília, realizada em maio deste ano, para ir pessoalmente à Anatel relatar os problemas na oferta de celular. Encontrou-se com funcionários

Anatel diz que ainda não certificou cumprimento das metas do 3G

Prefeitos e vereadores de cidades em que a rede celular instalada como cumprimento da meta dos editais de 3G não funciona como deveria andam preocupados com a possibilidade de a Anatel certificar o cumprimento das obrigações pelas operadoras. Estas cidades foram cobertas com redes celulares no processo de universalização geográfica do serviço, decorrente das regras de venda das licenças de terceira geração, mas vêm apresentando problemas recorrentes no atendimento. O motivo do stress são as informações que circularam de que a agência reguladora já teria validado o cumprimento das metas, o que não aconteceu de fato, segundo a própria agência. No momento, o que existem são declarações das próprias operadoras assegurando que as obrigações foram cumpridas e, em alguns casos, até antecipadas. Mas a fiscalização ainda não finalizou seu relatório sobre a atuação dessas operadoras nas 2,8 mil "cidades mudas" que deveriam ter passado a ser atendidas com serviços de voz

TIM pretende dobrar cobertura 3G até o final do ano

Desde o chamado "relançamento" da TIM em fevereiro de 2009 a operadora vem se esforçando para melhorar a qualidade do serviço de voz e, consequentemente, a receita com ele. No segundo semestre, entretando, começam os investimentos mais direcionados aos serviços de terceira geração, que até então vinham sendo trabalhados em segundo plano. A cobertura de 3G, que hoje está em 144 cidades, deverá saltar para cerca de 300 cidades até o final do ano, informa o presidente da operadora Luca Luciani. O aumento da cobertura 3G da TIM deverá consumir cerca de um terço do investimento programado para o segundo semestre, de R$ 1,5 bilhão. Um terço do investimento ainda será realizado na rede de voz e mais um terço está previsto para as redes de transmissão. No primeiro trimestre do ano, a operadora investiu cerca de R$ 1 bilhão. Paralelamente ao aumento da cobertura, a operadora lança novos planos para estimular o consumo dos serviços de dados. A banda larga móvel tem planos b