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Mesmo com crise, receita de telecom cresce em 2009

A crise econômica mundial não afetou o setor de telecomunicações brasileiro no ano de 2009. Estudo divulgado nesta quinta-feira, 29, pela Telebrasil sobre o desempenho do setor revelou que todos os segmentos das telecomunicações se expandiram no ano passado, promovendo inclusive um aumento de R$ 1,5 bilhão na receita bruta das empresas no período. Com isso, o setor de telecomunicações atingiu um faturamento bruto recorde de R$ 179,9 bilhões em 2009, o que representa nada menos do que 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no período. Isso envolve a receita das operadoras e fornecedores. O fôlego do setor também está registrado no contínuo crescimento do número de consumidores em todos os segmentos de serviços de telecomunicações. O número de terminais fixos em funcionamento manteve o ritmo de crescimento, apesar de suave, retomado em 2007. No ano passado, a telefonia fixa fechou com 41,7 milhões de assinantes, contra 41,1 milhões em 2008, com destaque para

Informações sobre Telebrás no PNBL sempre foram públicas, diz Santanna

As oscilações nas ações das Telebrás continuam gerando polêmica e foram assunto de debate nesta quarta-feira, 28, na Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara dos Deputados. Mas, apesar de as movimentações nos papéis preocuparem os deputados por conta da suspeita de vazamento de informações privilegiadas que beneficiariam os acionistas, o governo está tranquilo de que as especulações com as ações da Telebrás são um movimento natural de mercado. O secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, assegurou que as informações sobre a possibilidade de uso da estatal no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) - principal álibi para a valorização dos papéis da empresa - foram apresentadas oficialmente ao público e, portanto, não há que se falar em inside information. Para comprovar suas declarações, Santanna leu dois fatos relevantes encaminhados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em dezembro de 2007 e dezembro

Assembléia sobre troca de ações deve acontecer em dez dias, estima Oi

Em um comunicado enviado nesta terça-feira, 27, à CVM, a Oi informa que serão necessários mais dez dias para a convocação da Assembléia Geral dos acionistas da BrT que deliberará sobre a nova relação de troca de ações. Em 25 de março a companhia estimou que a assembléia aconteceria em uma prazo não superior a 30 dias. De acordo com o comunicado, precisam ser realizadas todas as providências necessárias para a preparação dos pedidos públicos de procuração e aí sim, convocada a assembléia. Fonte: Teletime

Câmara realizará audiência pública sobre a Telebras

A Comissão de Defesa do Consumidor realiza audiência pública nesta quarta-feira, 28, para debater o vazamento, na imprensa, de informações sobre a possível reativação da Telebras. O autor do requerimento, deputado Indio da Costa(DEM-RJ), argumentou que a veiculação de informações não oficiais pode ter provocado a valorização de 35.000% nas ações da estatal. Ele destacou ainda que essa situação pode causar sérias implicações nos direitos de milhares de brasileiros, sejam usuários dos serviços ou acionistas da estatal. "O governo federal vem reiteradamente confirmando o interesse em recuperar a Telebras para levar a prestação de serviços de internet em banda larga. No entanto, as notícias sobre a reativação da empresa não são oficiais", afirmou. Foram convidados para o debate a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Alves Guerra; o ministro das Comunicações, José Artur Filardi Leite; o presidente da Telebrás, Jorge da Motta e Silva; o secretário de Logística e

Aprovado projeto que obriga operadoras a oferecerem roaming

celular-home_r2_c1A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira, 20, proposta que obriga as operadoras de telefonia móvel oferecer serviços de roaming interestadual. O projeto, que tramita em caráter terminativo, agora será encaminhado ao Senado. O texto aprovado é o substitutivo da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática ao Projeto de Lei 4302/08, do deputado Mário Heringer (PDT-MG). O relator na CCJ, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), defendeu a aprovação. O roaming permite ao usuário obter o sinal de telefonia em áreas fora da localidade geográfica onde o celular está registrado. Para utilizar um celular em roaming é preciso que a operadora, ou outra com a qual ela tenha aco

Em dez anos, 60% da classe C terá banda larga, diz estudo

banda_largaEm dez anos, 53% da população de classe C no Brasil terá acesso à internet, dos quais 60% serão em banda larga, de acordo com estudo do Programa de Estudos do Futuro da Fundação Instituto de Administração (Profuturo/FIA). A projeção é que, em 2020, a internet atingirá 99% dos internautas de classe A, todos com conexão em banda larga, 90% de classe B, dos quais 90% terão banda larga, e 25% de classes D e E, com um quarto dos acessos em banda larga. O estudo aponta ainda que, durante os dez anos estudados, 33% dos acessos à web serão feitos por meio de modem ou rede sem fio e 31% por meio da tecnologia WiMAX. As conexões em 4G e pela rede elétrica responderão por 17% e 11% dos acessos à internet em 2020, respectivamente. O coordenador do Profuturo, o professor J

Para GVT, iniciativa privada é quem tem o "know how" da oferta de banda larga

O vice-presidente de Assuntos Institucionais da GVT, Carlos Alberto Nunes, engrossou o coro em favor de que o governo não entre no mercado direto de oferta de serviços por meio do Plano Nacional de Banda Larga. O executivo esteve nesta sexta-feira, 16, no Conselho Consultivo da Anatel para falar sobre os planos da companhia após ter sido adquirida pelo grupo francês Vivendi. Para Nunes, as empresas do setor são a melhor opção para a oferta do serviço ao consumidor. E, ao governo, caberia apenas das as condições para que a expansão da oferta ocorra. "A iniciativa privada tem o know how. Tendo as condições, ela vai prestar esse serviço de forma bem feita", afirmou o vice-presidente da GVT. "A nossa opinião é que o governo não pode preterir as empresas privadas já que o problema da oferta de banda larga no país está na ponta", complementou, frisando que a participação das operadoras asseguraria mais "economicidade" para o PNBL. A perspectiva da GVT é que