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TIM larga na frente em preparativos para receber MVNOs

Mal foi aprovada a regulamentação para criação de operadoras móveis virtuais (MVNOs) no Brasil e a TIM largou na frente das concorrentes no que diz respeito aos preparativos para firmar tais parcerias. A operadora está montando uma equipe dedicada ao assunto e já contratou uma plataforma de MVNE (mobile virtual network enabler) para realizar as conexões com os futuros parceiros. Todavia, ainda há muito trabalho pela frente antes de um primeiro lançamento, especialmente em relação aos detalhes do modelo comercial, deixado em aberto pela Anatel. A divisão de responsabilidades sobre o serviço, o nível de exigência dos SLAs e outras questões precisarão ser discutidas caso a caso com cada MVNO. Procurada, a TIM enviou comunicado a este noticiário reiterando sua avaliação positiva em relação a MVNOs e informando que estuda oportunidades de negócios nessa área. A empresa não divulgou o nome de seu fornecedor tecnológico da plataforma de MVNE. Mas vale lembrar que a italiana Acotel, parceira histórica da TIM em serviços de valor adicionado (SVA), tem uma plataforma de MVNE usada na Itália por uma MVNO chamada Novarca, que, por sua vez, utiliza a rede da TIM. Concorrentes Claro e Vivo ainda não se estruturaram tão profundamente quanto a TIM para atender às oportunidades com MVNOs, mas estão igualmente interessadas nesse mercado. A Claro especificamente tem como vantagem sua experiência no lançamento de SIMcards customizados para grandes marcas, como a TV Canção Nova, o "chip do Timão", do Corinthians, e, mais recentemente, o "chip do Brahmeiro", em parceria com a cerveja Brahma. Os chips customizados são considerados uma espécie de embrião para futuras MVNOs no modelo credenciado. Diversas empresas que detêm marcas fortes junto ao consumidor final estudam no momento a possibilidade de criarem operadoras móveis virtuais. É sabido do interesse de bancos e de redes varejistas, que preferem o modelo de MVNO autorizada, para o qual precisarão de licença da Anatel e responderão junto ao órgão regulador como responsáveis pelos assinantes. Times de futebol e grupos de mídia também analisam a ideia, tendendo mais para o modelo de MVNO credenciada. Fonte: Teletime

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